ILHA GRANDE

Paraíso até debaixo d'água

 
O mergulho é um dos esportes mais praticados em Ilha Grande. As belezas sub-aquáticas e a privilegiada costa da ilha justificam esta preferência. O fundo do mar, a transparência da água, a fauna e flora marinha e águas quentes (18º a 26º) e calmas, fazen da costa da ilha o destino perfeito para a prática deste esporte.

Mas não precisa ser profissional para desfrutar de toda esta beleza. É muito fácil encontrar equipamentos de mergulho simples para aluguel e se divertir no mergulho de observação.


Já para os mergulhos com cilindro (10 a 15m de profundidade), é necessário o “batismo”, com treinamento rápido, noções básicas e acompanhamento de instrutor. 
Algumas empresas no Abraão oferecem o “batismo” aos interessados.

Os locais mais procurados para mergulho são: Ilha de Jorge Grego, Ponta do Guriri, Laje do Bananal, Queimada Grande e Pequena e os naufrágios.

Fotos gentilmente cedidas por DIVE & CIA - Operadora de Turismo do Abraão. 

 

NAUFRÁGIOS NA COSTA DA ILHA

PINGUINO

 

 

 

 

 

 

 

 


Enseada de Sítio Forte
Em junho de 1967, o cargueiro panamenho Pingüino, que fazia sua viagem do Caribe à Buenos Aires - Argentina, afundou à vista de todos, num grande incêndio a bordo. Os 16 tripulantes se salvaram. O navio pegou fogo após uma explosão em alto mar. O pedido de S.O.S. foi recebido pelo Distrito Naval que rebocou o navio até o porto mais próximo. Chegando na baía de Ilha Grande, as chamas haviam tomado grandes proporções devido a carga altamente inflamável. Depois de várias explosões o Pingüino foi a pique. O navio está entre 8 e 18 metros de profundidade. Em dias de águas cristalinas é possível ver parte no navio da superfície. O Pinguino é um dos naufrágios mais visitados do Brasil.



 

AQUIDABÃ

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Baia de Ilha Grande
No dia 21 de janeiro de 1906, quando fundeado na baía da Ilha Grande, em Angra dos Reis, junto com o Cruzador Barroso e o Cruzador Tamandaré, quando faltavam poucos minutos para as 11 horas da noite, por razões até hoje desconhecidas, o Aquidabã sofreu uma violenta explosão em um paiol, partindo-se ao meio e vindo a afundar. No desastre morreram 212 homens da sua tripulação, inclusive parte da comitiva ministerial que procedia a estudos sobre o novo porto militar, o seu comandante e grande parte da oficialidade do vaso de guerra. Salvaram-se apenas noventa e oito pessoas. Um memorial foi construído na Ponta Leste em homenagem aos mortos do navio.


 

 

HELICÓPTERO

 

 

 

 


Enseada Sítio Forte
Em janeiro de 1998 o helicóptero que faria o trajeto Praia da Mombaça (Angra dos Reis) x Rio de Janeiro, com 5 pessoas apresentou problemas devido às fortes chuvas e caiu no mar, próximo à Ilha Grande. Dos 5 passageiros, 4 conseguiram se salvar. O empresário Eduardo Tapajós, dono do Hotel Glória não conseguiu sobreviver ao acidente. 

 

 


JAPURÁ
Praia de Parnaióca
O naufrágio na Parnaióca é desconhecido. Segundo documentos da Marinha, trata-se do navio Japurá que afundou próximo à Praia de Parnaióca em 1897, mas alguns relatos históricos, garantem que o Japurá afundou depois de uma grande tempestade à 15 milhas da praia em 1901. Portanto os destroços da embarcação encontrados na Parnaióca continuam sem identificação. 

Hoje, o naufrágio é um dos mais procurados pontos de mergulho da Ilha Grande.  O navio se encontra aos pedaços e a mais de 30m de profundidade. 


 

 

VAPOR CALIFÓRNIA
Praia Vermelha
Segundo documentos da Marinha, este vapor afundou próximo a Praia Vermelha (Enseada de Araçatiba) depois de ser atacado por piratas e um grande incêndio à bordo. Mas não existe registro da data do naufrágio.

 


 

MÁRCIA
Enseada de Palmas
Navio de pesca. Em Agosto de 1952, durante uma viagem do Rio para Porto Alegre com escala em Angra dos Reis, colidiu com um objeto desconhecido. Por ordem do comandante o navio tomou o curso da Enseada de Palmas, onde afundou. Todos os tripulantes foram salvos remando até a Praia do Abraão. 


 

 

 

COMANDANTE MANOEL LOURENÇO

 

 

 

 

 


 

 

Enseada de Vila Dois Rios
Navio cargueiro de propriedade do Lloyde Brasileiro fazia a linha de transporte de cargas entre Rio de Janeiro e Santos, com escala em Vila Dois Rios, Paraty e Ubatuba.  Por volta de 1927, surpreendido enquanto descarregava em Vila Dois Rios, por uma tempestade com fortes ventos sudoeste , foi jogado contra as pedra e afundou. Encontra-se a 13 m de profundidade. 

A embarcação tinha 60 m de cumprimento e 800 toneladas e transportava cargas variadas e prisioneiros para o Instituto Penal Cândido Mendes. 



Fonte: pesquisa

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